Estrias e Silicone: como lidar com elas antes e depois do implante 

O sonho de colocar o silicone traz consigo milhares de dúvidas, não é verdade? E as estrias fazem parte dessas dúvidas e de forma bem frequente. 

Dentro disso, existem 2 casos mais comuns: mulheres que já têm estria no corpo, principalmente nas mamas e mulheres que não têm, mas temem o aparecimento de estrias após a cirurgia. Será que um desse é o seu caso? 

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O que são estrias?

As estrias são resultado do processo de rompimento das fibras elásticas da pele. Essas fibras por sua vez são o que dão firmeza a pele e com o passar do tempo, por diferentes razões, seja um aumento repentino ou gradual dos músculos ou quantidade de gordura sob a pele, fazem as fibras se “rasgar”,  resultando inicialmente em pequenas faixas avermelhadas e quando mais velhas, elas perdem a coloração avermelhada, ficando brancas e ganhando um pouco mais de relevo. 

Geralmente, elas aparecem nos glúteos, mamas, coxas, abdômen e costas. Esse “aparecimento” de estrias pode acontecer já na adolescência. 

O que pode causar estrias?

Essas “marquinhas” são causadas por diferentes motivos, que nem sempre estão sob o seu controle. Normalmente, ela aparece após situações que exijam o esticamento exagerado das fibras. A gestação por exemplo é um dos períodos mais comuns para o aparecimento de estrias, uma vez que geralmente há um aumento considerável de peso, o aumento natural dos seios e claro, o aumento da barriga que exige que a pele se estique.

Até mesmo práticas saudáveis como a musculação podem gerar esse esticamento nas fibras, uma vez que o músculo sob a pele sofre hipertrofia e aumenta de tamanho, consequentemente exigindo que a pele se estique.

Na puberdade também é muito comum o aparecimento de estrias, uma vez que esse é um período onde o corpo está se adaptando e crescendo numa velocidade bem alta, com os músculos e ossos ficando maiores e muitas vezes podem esticar as fibras da pele.

Como evitar estrias depois do silicone?

O aparecimento dessas marcas acontece quando falta elasticidade, o que significa que a pele não é bem hidratada e não tem o aporte/produção necessária de colágeno para se manter firme e elástica. Sendo assim, para evitar estrias pós-cirurgia é necessário manter a pele hidratada e se necessário, fazer também a suplementação do colágeno já meses antes. 

Hidratação da pele 

A hidratação da pele é feita como um combo, ou seja, com mais de um ingrediente. Nesse caso, a hidratação deve começar com a ingestão de água, trabalhando a hidratação interna, pois sem isso essa hidratação básica qualquer outra passa ser insuficiente e deixa a pele com um aspecto.  Então é necessário beber a quantidade recomendada de água baseada no seu peso.

Em conjunto com a hidratação interna, é bem importante que o uso de cremes e óleos hidratantes seja colocado em prática. Essa hidratação da camada externa da pele ajuda a complementar o processo de hidratação total do corpo. 

Os cremes hidratantes têm a função de tratar ressecamento trazendo água para a pele, para isso hidratantes a base de ureia suprem bem essa demanda. Já os óleos têm a função de proteção, ou seja, eles preservam a água no corpo evitando o ressecamento e nesse caso os melhores para essa função são os ricos em vitamina E como: amêndoas, camomila, jojoba e calêndula. 

Suplementação de colágeno 

O colágeno é uma substância que nosso corpo já produz de forma natural, sendo que ele também é responsável pela elasticidade e firmeza, logo a falta dele deixa a pele mais propícia à abertura de estrias. Você pode pensar que se o corpo produz, o problema está resolvido, certo? Bom, não é bem assim!

Com o passar dos anos, o corpo não só diminui a produção de colágeno, como perde aquilo que tem pouco a pouco. Por isso, é importante suplementar por volta dos 25 ou 28 anos, principalmente se você busca fazer a inclusão da prótese de silicone depois dessa idade. 

Colocar silicone esconde estrias antigas? 

O caso de pacientes que já tenham estrias antes da cirurgia é bem recorrente, e a esperança de que elas desapareçam pós-cirurgia é também muito comum, entretanto são caso mais complexos e que nem sempre é possível resolver. 

Estrias mais antigas, com a coloração mais esbranquiçada, exigem tratamentos específicos que vão além do uso de óleos e cremes que devem ser feitos antes, como o uso de ácidos, peelings e lasers. Porém, é importante lembrar que existe a possibilidade de que as estrias não saiam totalmente, mantendo ainda um aspecto marcado. 

Pensando no procedimento com a prótese em si, é ainda mais complicado. Se a escolha da cirurgia for unicamente para aumentar as mamas, a tendência é que apareça mais estrias se a pele não estiver preparada para esticar. Já em casos de mastopexia, existe um lifting da pele da mama que ameniza o aspecto que as estrias trazem, mas elas ainda ficam nas mamas. 

Diante disso, o tratamento das estrias ele é feito antes e depois da cirurgia e cada paciente deverá seguir um determinado protocolo de acordo com o seu contexto, por isso você precisa buscar um especialista que possa te guiar de acordo a suas possibilidades. 

Se você já decidiu fazer a mamoplastia de aumento, marque uma avaliação com o cirurgião plástico e ouça a opinião dele. Caso você escolha tratar as estrias mais antigas antes, procure um dermatologias, pois ele te indicará o melhor protocolo para você. Mas, seja qual for o momento, continue com a hidratação das suas mamas, isso evitará o aparecimento de novas estrias. 

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